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GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: fragmentos para discussão.
Postado em 28-10-2020
 
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Notícias
PARA REFLETIR: em dez anos, 40% dos que iniciaram um curso o concluíram!
Levantamento revela desafios para aumentar a produtividade na graduação. Rede estadual possui a maior taxa, com 52% de concluintes entre 2010 e 2019 Em média, 40% dos estudantes que entraram no nível superior concluíram a graduação, no mesmo curso em que ingressaram, entre 2010 e 2019. Por outro lado, a taxa de desistência acumulada é de 59%, no mesmo período. Os dados fazem parte do Censo da Educação Superior 2019. Os resultados da pesquisa foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC), na última sexta-feira, 23 de outubro. Ainda segundo os indicadores de fluxo revelados pelo levantamento, 1% dos estudantes permanece no curso iniciado uma década antes. Por meio do censo, é possível acompanhar os índices de conclusão, desistência ou permanência dos estudantes, em um curso, ao longo do tempo. Vale ressaltar que um determinado aluno pode sair do curso, concluindo ou desistindo da graduação. Para Carlos Eduardo Moreno Sampaio, diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, os números revelados pelo levantamento são fundamentais para a implementação de políticas que visem ao aumento da produtividade do sistema de ensino, no que diz respeito a produzir concluintes na educação superior. “É um problema estrutural da educação brasileira, verificado a partir do acompanhamento da trajetória dos estudantes ao longo dos anos. O Brasil tem uma baixa produtividade”, pontuou Moreno. Redes de ensino – Na rede privada, 37% dos estudantes que ingressaram na educação superior, em 2010, concluíram o curso até 2019. Já na rede federal, o percentual é maior: 46%. A rede estadual se destaca pela maior produtividade, com 52% de concluintes entre 2010 e 2019. Presencial e remoto – Quando se trata de estudantes de cursos presenciais e remotos, o Censo da Educação Superior mostrou que a taxa de conclusão é próxima, quando comparadas as modalidades de ensino. De acordo com o levantamento, 40% dos ingressantes em cursos presenciais concluíram a graduação que iniciaram em 2010 até 2019. No caso dos alunos da modalidade remota, 36% finalizaram o curso. Gênero – Outro aspecto revelado pela pesquisa é a maior produtividade por parte das mulheres. Dos perfis monitorados, elas correspondem a 43% dos concluintes do mesmo curso em que ingressaram, quando se trata da década 2010-2019. Os homens representam 35%. Financiamento – O censo mostra ainda que, entre os alunos que contam com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), cerca de 61% conseguem concluir o curso que iniciaram. Por outro lado, a taxa de concluintes entre os estudantes da rede privada que não usufruem do financiamento é de 36%. No caso dos alunos que fazem parte do Programa Universidade para Todos (ProUni), 59% conseguem concluir a graduação. Em contraponto, 36% dos que não possuem o financiamento finalizam o nível superior. Censo da Educação Superior – O objetivo do levantamento é oferecer informações detalhadas sobre a situação e as tendências do setor, assim como guiar as políticas públicas de educação. Após a divulgação, os dados passam a figurar como estatísticas oficiais da educação superior. O censo subsidia a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas da educação superior, além de contribuir para o cálculo de indicadores de qualidade, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC). A atuação do Inep se concentra na apuração, na produção e no tratamento das estatísticas. Acesse: Portal do INEP e MEC Apresentação | Censo da Educação Superior 2019 Microdados | Censo da Educação Superior 2019 Notas Estatísticas | Censo da Educação Superior 2019 Sinopse Estatística | Censo da Educação Superior 2019 Tabelas de Divulgação | Censo da Educação Superior 2019 Indicadores de Fluxo da Educação Superior Fontes: Assessoria de Comunicação do Inep - 29.10.2020 e Revista Gestão Universidade. - Leia Mais

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O que há de interessante?
Novos Caminhos e UAB oferecem mais 3,9 mil vagas de especialização em 11 estados. Aproveitem!
Curso de especialização em docência para a educação profissional e tecnológica terá início ainda neste semestre. Uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC), dez Institutos Federais e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) viabilizou a abertura de 3,9 mil novas vagas para que professores das redes públicas de ensino se especializem em docência para a educação profissional e tecnológica, dentro do programa Novos Caminhos. O início das aulas está previsto para este semestre ainda, e serão realizadas via polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB), nos institutos federais espalhados por setenta municípios e onze estados. Os interessados em participar dos cursos precisam ficar atentos aos sites dos Institutos Federais participantes para obter informações a respeito dos processos seletivos, que estão previstos para ocorrer até o próximo mês. Cada um deles ocorre com cronogramas e regras próprias, publicadas em editais das instituições. Algumas instituições já publicaram os seus editais. No Instituto Federal de Mato Grosso, até o próximo dia 8 de novembro, estão abertas as inscrições no processo seletivo para 350 vagas em cinco cidades. Na mesma data serão encerradas as inscrições no Instituto Federal de Rondônia, que conta com a oferta de 350 vagas em sete cidades. O Instituto Federal da Paraíba oferta um total de 400 vagas distribuídas em oito cidades do Estado, as inscrições se encerram no dia 4 de novembro. O Instituto Federal do Norte de Minas Gerais está com as inscrições abertas até o dia 30 de outubro, para um total de 550 vagas em onze cidades mineiras. Já no Instituto Federal de São Paulo, o prazo vai até o dia 15 de novembro, para 300 vagas em cinco cidades. Também participam dessa oferta, o Instituto Federal de Goiás, com 400 vagas; o Instituto Federal da Pernambuco, com 350 vagas; o Instituto Federal do Piauí, com 450 vagas; o Instituto Federal do Amazonas, com 400 vagas; o Instituto Federal do Amapá, com 350 vagas. As novas vagas se somam às 4.320 ofertadas pelo Programa Novos Caminhos(http://portal.mec.gov.br/novoscaminhos/?pagina=home) em parceria com os Institutos Federais do Espírito Santo e de Santa Catarina neste semestre. Ao todo, as duas iniciativas, somente no ano de 2020, ofertarão mais de oito mil vagas para formação de professores no âmbito do Novos Caminhos. A expectativa do Ministério é garantir a capacitação, até o ano de 2022, para 40 mil docentes que atuam na educação profissional, em cursos de complementação pedagógica, atualização tecnológica e especialização. Fontes: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação (MEC) e Revista Gestão Universitária. - Leia Mais

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